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Hoje na História Bíblica

Aquelas Assembleias Afirmavam que sua Prática do Décimo Quarto Dia Vinha de Seguidores Anteriores?

Testemunha: Eusébio, História Eclesiástica 5.24 · Pessoa: Polycrates de Éfeso · final do séc. 2º

O que o registro antigo diz

Polycrates, um líder na Ásia, defendeu a observância do décimo quarto dia quando Roma a desafiou; Eusébio preserva parte de sua carta. Ele argumenta que foi herdada, não recente, apelando para seguidores anteriores que observavam o mesmo dia, nomeando Philip, John, Polycarp, Thraseas, Sagaris, Papirius e Melito como predecessores associados à observância.

Ele diz que todos observavam o décimo quarto dia de Pasakh, segundo o Besorah e a regra de Amunah. Afirmação histórica: sua comunidade acreditava que sua prática era herdada de gerações anteriores.

Nomear John não prova por si só que John pessoalmente a autorasse; distinguir "Polycrates diz que John a observava" de uma confirmação independente do primeiro século (que não temos); nível de evidência = testemunho importante do final do séc. 2º afirmando continuidade da era apostólica anterior. Polycrates diz que vinha de uma família com múltiplos líderes de assembleia, parte de uma tradição local herdada, não inventando uma controvérsia.

Leia por você mesmo. Eusébio, História Eclesiástica 5.24 (carta de Polycrates; o décimo quarto dia + a lista).

Força da evidência: Muito forte para a afirmação do séc. 2º de continuidade herdada. Provado: ele defendeu o décimo quarto dia; nomeou figuras anteriores. Precaução: a prática de cada predecessor é conhecida aqui através do testemunho de Polycrates.

Pergunta respondida: As assembleias asiáticas afirmavam que sua observância vinha de seguidores anteriores em vez de ser nova? Sim.
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